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Tempo de se refrescar com água, mas boa

Enviada em: 27/12/2016

Um dos melhores elementos para ajudar a se passar bem frente a intensidade do verão é sem dúvida a água, principalmente das piscinas. Mas, mais que uma garantia de mergulhos tranquilos, ter um responsável técnico pelo tratamento e controle da área de lazer é uma necessidade. A portaria 3/80 da Secretaria de Saúde e Meio Ambiente do Rio Grande do Sul estabelece diretrizes que devem ser seguidas e são passiveis de sanções quando não cumpridas. Sobretudo as piscinas de uso coletivo, não só de clubes, mas de condomínios também. Cabe à Vigilância Sanitária exigir o cumprimento das regras.

            Pouca gente se atém que o funcionamento das piscinas precisa ter antes de tudo uma licença de operação ou alvará concedido pelo município, com renovação anual. Com a ocorrência de dias mais quentes e o aumento do uso, o controle deve ser ainda mais intenso e criterioso para que o nível de balneabilidade seja mantido. Fica a cargo do responsável técnico encaminhar as testagens devidas para que isso ocorra e ele tem o dever de suspender a utilização se as condições não forem boas.

            Aliás, a necessidade de um responsável técnico com registro no Conselho Regional de Química é umas das exigências para o encaminhamento do alvará ou licença de operação. O funcionamento de piscinas sem o documento é passível de interdição. E, nessa época do ano principalmente, a ocorrência da proibição de uso é um transtorno.    

 

Assessoria de Comunicação
Marisa Pereira – MTB 7916