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Tratando o próprio efluente

Enviada em: 04/10/2016

            Dever de casa feito em casa ou servindo de exemplo ao falar. Muitas expressões cabem na opção da Engequímica de tratar seus efluentes resultantes das análises do seu laboratório físico-químico. A empresa conta com uma Estação de Tratamento de Efluentes (ETE) própria, dimensionada para o volume de material que produz. O efluente é tratado mensalmente até atingir os parâmetros estabelecidos pela resolução 128 do Conselho Estadual do Meio Ambiente (Consema) para lançamento em rede.

            De forma geral, as amostras recebidas pela Engequímica vêm de um mix de empresas de setores diversos, tal como metalúrgicas, oficinas mecânicas e indústrias de alimentos e bebidas, entre outras. Por isso, não é possível determinar um padrão. Entretanto, os componentes principais do efluente são metais, cargas orgânicas e ácidos (esses últimos derivados principalmente dos preservantes usados nas amostras).

            Devido a essas características, a cada novo tratamento é necessário fazer uma composição específica de neutralizantes, reagentes e elementos químicos capazes de ajustar os parâmetros e remover do líquido as principais partículas em suspensão. Um trabalho que exige expertise dos técnicos envolvidos e dá aval à qualidade da prestação de serviços para o público.    

 

 

Assessoria de Comunicação

Marisa Pereira – MTB 7916